Brasilerios e estrangeiros procuram tratamento médico especializado onde a oferta de opções é maior e o custo mais baixo

Por motivos de força maior, o Turista hoje lhes escreve de uma cama hospitalar. São apenas uns poucos dias, para tratar de coluna e coagulação, duas patologias isoladas que aparecerem recentemente. Isto me inspirou a escrever sobre um assunto que há tempos me chama a atenção.
Há cerca de quatro anos, em uma conversa informal com um cirirgião plástico na USP, estávamos falando sobre o turismo hospitalar e, então, as coisas começaram a fazer sentido.
Creio que todos nós já tenhamos assistido a documentários na TV onde um caso raro e complicado faz com que uma família passe a transportar uim paciente para as grandes metrópoles onde os “super-especialistas” se concentram. Para entender melhor o termo “super-especialista”, vamos tomar como base uma especialidade qualquer, a Urologia, por exemplo, que cuida do aparelho unirinário e órgãos reprodutores masculinos.

Quem tentou recentemente agendar entrevista no Consulado Americano para a obtenção de visto, deparou-se com prazos que chegam a superar os 100 dias. Porém, de um dia para o outro, o próprio Consulado pode abrir as comportas e passar a agendar com prazos extremamente inferiores, dependendo de sua capacidade de atendimento e, logicamente, interesse em receber visitantes na terra do Tio Sam.